No início de Maio passado, com base num núcleo de amigos e "manos" das lides
caminheiras, propus-me organizar e guiar uma actividade de fim de semana nas
"minhas" terras da Raia - e de ambos os lados da mesma - para o grupo informal
que o Deonel baptizou de "
Caminhar e Ser Feliz".
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Logo que escolhi para cabeçalho do evento aberto para esta
actividade, com a velha caseta de carabineiros, na "minha" velha
Serra das Mesas, berço do Côa e do Águeda... e de tantas e
tantas "aventuras", a solo e em grupos de amigos...
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Mas... o Universo por vezes troca-nos as voltas. Como diz a minha grande amiga
Madalena, companheira já de tantas lides: "
É a vida e a morte dos animais..." - ou é a Vida "por fragas e pragas..."
Efectivamente, pelas razões que aflorei na
crónica do fim de semana anterior, não pude participar na "primeira etapa" deste
Caminhar e Ser Feliz - uma jornada durinha que desenhara para o grupo, ontem, essencialmente
na
Serra das Mesas - nem nos convívios gastronómicos naturalmente
associados a estes eventos. Mas hoje, sendo apenas de manhã... hoje acompanhei
doze "
carolas" numa caminhada circular sediada na minha aldeia
adoptiva,
Vale de Espinho.
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25.10.2026 - Às 09h00 estávamos a cruzar o Côa nas poldras
do
Moinho do Rato
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A ideia era - e foi - levar o grupo à cumeada da
Serra da Malcata na minha freguesia adoptiva, pelo
Cabeço da Moura,
Passil,
Coxino e
Lomba. Numa
bela manhã de Sol - embora com bastante vento - progredimos ao longo do corta
fogo que separa os distritos da
Guarda e de
Castelo Branco,
quase sempre com
Vale de Espinho aos pés, a norte, e as
panorâmicas da Beira Baixa, a sul, espraiando-se até à Serra de
Penha Garcia, ao cabeço de
Monsanto, e, rodando para poente, às
serras da
Gardunha e da
Estrela. A partir da Lomba, à
"fronteira" Beira Alta / Beira Baixa juntou-se a raia de Espanha. Ao
fundo, aliás, descortinava-se já a Serra das
Mesas, por onde o grupo
tinha andado ontem.
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Ao longo da cumeada da Malcata, entre a Beira Alta e a Beira
Baixa, e, na Lomba, também entre Portugal e Espanha
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Já na descida para Vale de Espinho, três alegres
observadores...
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E regressamos a Vale de Espinho pela vetusta Ponte do Côa,
12h35, com 16 km nos pés
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Com o regresso a
Vale de Espinho chegava também a hora de almoço. Fiz as despedidas do grupo, que seguiu para a
TrutalCôa... eu segui para o meu "retiro", onde me esperava a minha arraianazita.
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