Quase todas as quartas feiras o grupo "
Caminhar e Ser Feliz" leva os TSL que podem "dar à sola" a porem em prática a sua paixão pelo
pedestrianismo. TSL, sim... os
técnicos superiores de lazer...🤣
Nesta quarta feira de greve geral... juntaram-se 15 desses "técnicos" na
Portela da Azóia, nos bairros-dormitório da zona oriental da grande
Lisboa. Tal como na "Subida à
Garganta da Serra de Santa Iria, em outubro passado, o guia foi o António Mina, excelente conhecedor da
zona... além de vizinho.
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Do alto de Santa Iria de Azóia,
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com o Tejo ao fundo - 03.Jun.2026, 09h00
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Do alto de
Santa Iria descemos a
Alpriate. O velho edifício
abandonado da
Quinta do Duque, tantas vezes visto à distância, desta vez foi a primeira visita. Outrora
palácio e casa agrícola dos Duques de Lafões, hoje é um daqueles sítios onde a
paisagem e o tempo se misturam...
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Ali, a paisagem parece lembrar-nos que o tempo passa, mas deixa
marcas...
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De Alpriate rumámos à velha
Mata do Paraíso, no Quintanilho. Junto à
Ribeira da Fonte Santa — que desce do
Monte Serves — a mata já
foi bem mais paradisíaca, mas o tempo e o chamado progresso (será mesmo?…)
roubaram‑lhe área e encanto. A água corre pouca... e nem sempre agradável de
ver.
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Mata do Paraíso, entre as 10h05 e
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as 10h35 - Ribeira da Fonte Santa
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Não subimos ao
Serves, mas subimos ao
Moinho dos Bichos e
ao segundo ponto alto da serra, já sobre
Bucelas e o vale do
Trancão, para iniciar aí o regresso, via a sempre típica aldeia do
Zambujal.
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Foto de grupo no Moinho dos Bichos (255m alt.), 11h30 - Só
falta o fotógrafo 😊
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Não estávamos sós... 😂😃
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Zambujal, 11h55,
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| com 11 km nos pés |
Do Zambujal descemos para a tão maltratada
várzea de Loures, zona húmida antiga onde o Trancão ainda respira entre caniçais e campos
encharcados. Apesar da pressão urbana, a várzea ainda mantém o desenho das
velhas lezírias; durante séculos, alimentou Lisboa: hortaliças, cereais,
vinha, pastos, tudo saía dali. Três velhos paúis ainda servem de refúgio a
diversas aves aquáticas, permitindo observar espécies que geralmente não
ocorrem a tão pequena distância da capital. Por uma
janela entre o
caniçal, espreitámos o
Paúl da Granja, ali entre a aldeia do mesmo nome e S. Julião do Tojal.
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Paúl da Granja, 12h30... só se vê 'desbravando' um estreito
corredor por entre o caniçal
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E estávamos em pleno Caminho dos Peregrinos. Duas australianas,
mãe e filha, seguiram a Caminho de Santiago 🙏
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13h05: Ruínas do Palácio do Monteiro-Mor - só faltava
subir para Santa Iria
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O almoço estava marcado para as duas da tarde, junto ao local onde tínhamos
deixado os carros. Mas... faltava uma das partes mais épicas do percurso: tal
como em outubro passado, a subida foi pela
Garganta de Santa Iria... aquele trilho que só o Mina conhece e de vez em quando desbrava... 😂
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A épica subida da Garganta de Santa Iria. Quem ainda não
tivesse fome para o almoço... ficou com ela... 😉
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Uns minutos antes das duas estávamos no ponto de onde tínhamos partido. Mas
como o prometido é devido... onde tínhamos partido esperava-nos agora um bom
almoço no "
Tollan": um bom e saboroso leitão para repôr as energias, regado com um bom e
igualmente saboroso vinho espumoso. Depois de 18 km por montes e vales... foi
um belo final para mais este... "
Caminhar e Ser Feliz"!
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