A "
Caminhar e Ser Feliz" e com a meteorologia a prometer um dia primaveril 🌤... a 'máquina' Deonel
lançou um desafiou ao grupo habitual: rumarmos ao Concelho de Sintra, para uma
caminhada fantástica. O percurso baseava-se no PR8 - Vinho de Colares, com
algumas alterações e pequenos acréscimos que resultaram em pleno e nos levaram
até à belÃssima orla marÃtima.
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Colares, 22.04.2026, 08h50 - À partida para um belo percurso
circular nas terras do norte de Sintra
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Igreja de São Mamede de Janas
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A Igreja de
São Mamede de Janas, entre Janas e Fontanelas, destaca‑se
pela sua planta circular, extremamente rara na arquitectura religiosa
portuguesa. A devoção a São Mamede — santo protector do gado — é muito antiga
na região. Há quem defenda que o local sucedeu a um antigo templo romano
dedicado a Diana, também ela protectora dos animais, o que explicaria a
continuidade do culto.
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Ponte sobre a Ribeira do Cameijo. Ponte? Hmm... não
propriamente em bom estado... 😧
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El comandante guia-nos através de um trilho de sonho,
entre Fontanelas e Magoito
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Praia do Magoito, 10h40, com 9 km percorridos em menos de duas
horas 😜
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Vindos de sul, chegámos ao
Magoito por um daqueles trilhos
discretos que não fazem parte de nenhuma PR nem GR, um trilho escondido entre
a GR11 e a
Ribeira da Mata. Um caminho estreito, ondulante, quase
secreto, que nos ofereceu vistas e cores inesperadas sobre o vale... um
daqueles trilhos que só o Deonel descobre. E assim, por uma porta selvagem e
não oficial, abriu-se-nos a imponência do Magoito, e com ela as falésias, o
mar vigoroso e aquela luz atlântica que nunca falha.
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Do Magoito para sul, ao longo
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da fabulosa costa de Sintra
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O "grupo expedicionário" do "Caminhar e Ser Feliz" nas
Azenhas do Mar
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As sempre belas e mÃsticas Azenhas do Mar, como que suspensas
entre o céu e o mar...
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A aldeia das
Azenhas do Mar desenvolveu‑se ao longo da
Ribeira do Cameijo, que ali encontra o oceano numa pequena cascata que
se lança para a praia e para a famosa piscina oceânica, escavada na rocha.
Vista de longe, a aldeia parece suspensa entre o céu e o mar; vista de perto,
revela o seu carácter antigo, marcado pelas antigas azenhas que lhe deram o
nome. É um lugar onde as histórias se misturam com o mar: dizem que as
primeiras azenhas teriam raÃzes mouriscas, e que um dia, quando em 1930 o
eléctrico de Sintra chegou às Azenhas, até a fonte verteu vinho, em festa.
Verdade ou lenda, pouco importa — há sÃtios que parecem feitos para acreditar.
Das
Azenhas do Mar o trilho levou‑nos de novo para o interior,
atravessando o chamado
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Capela das Azenhas do Mar, 12h00
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Pinhal da Nazaré — um nome antigo cuja origem se perdeu no tempo.
Talvez herdado de uma velha propriedade rural, talvez ligado a uma devoção a
Nossa Senhora da Nazaré, como tantos topónimos portugueses. O certo é que este
pinhal litoral, guardião das areias e dos ventos de
Colares, marcou o
nosso regresso ao ponto de partida, onde nos esperava um bom almoço... 😀
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